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quinta-feira, 14 de março de 2013

American Mcgee Interresada em fazer Alice 3



American McGee poderia estar buscando um outro título da série Alice. McGee fez uma pergunta para os fãs de alguns de Alice no Facebook ontem. Especificamente, ele perguntou se os fãs estavam interessados ​​em um terceiro jogo da série, supondo que ele poderia adquirir os direitos da EA, e se eles consideram apoiar um Kickstarter para tal projeto.

Ele ainda pediu aos fãs para "fazer barulho", se eles estão interessados ​​na idéia. "Eu estou tentando avaliar o interesse no caso de acontecer de eu discutir isso com a EA durante a GDC em 2 semanas", escreveu ele. "Quanto mais interesse houver, mais a sério que vai tomar a conversa."

No início deste ano, McGee decried de marketing da Electronic Arts de 2011 de Alice: Madness Returns (foto), dizendo que deu aos jogadores a falsa impressão de que era um jogo de terror hardcore. Se ele readquirir os direitos, este não será seu projeto Kickstarter primeiro. McGee e seu estúdio, Spicy Horse, recentemente (e mal), financiado Akaneiro: caçadores de demônios através do serviço de crowdfunding.


18 anos de Chrono Trigger


Dia especial no reino de Guardia. Num cenário projetado com gráficos cheios de detalhes e esmerado com bastante empenho pelos designers da Square, balões e fogos de artifício recobriam a paisagem da Millennial Fair. O voo de pequenas gaivotas embelezava o ambiente, ornado também pelo movimento tranquilo das nuvens transparentes sobre o singelo mapa do game. Uma perfeita trilha sonora sugeria o clima de tranqüilidade no qual se encontrava o reino de Guardia do ano de 1000 A.D. Tudo começa quando a mãe vai ao quarto de Crono na tentativa de tirar-lhe da cama.

Tem início a história de um dos maiores RPGs dos videogames de 16 bit.

A SquareSoft queria caprichar de verdade. A ideia era criar um RPG no tradicional padrão japonês, mas que fosse a obra máxima da Square no console da Nintendo. Dito e feito. Em pouco tempo, a empresa que era famosa por seus grandes RPGs reuniu um time de craques na criação de jogos. O desenvolvimento de Chrono Trigger foi supervisionado por um grupo de profissionais que conferiu ao jogo a alcunha de “The Dream Team” (era esse o nome do Chrono Trigger durante seu desenvolvimento).

O game foi supervisionado por Hironobu Sakaguchi (famoso produtor da série Final Fantasy), Yuji Horii (diretor da série Dragon Quest), o character designer Akira Toriyama (de Dragon Ball e Dragon Quest), e Kazuhiko Aoki e Nobuo Uematsu (Final Fantasy). Outros profissionais dignos de menção que deram sua colaboração para a gênese deste grande game foram o compositor musical Yasunori Mitsuda, e o roteirista Masato Kato — ambos desconhecidos na época, mas que seriam consagrados futuramente com a criação dos famosos Xenogears e Xenosaga.

O resultado disso tudo? O sucesso foi grande. Milhões de unidades vendidas somente no Japão e uma legião de fãs leais em todo o mundo. Como em todo RPG japonês que se preza, o forte do jogo era o desenvolvimento dos personagens, mas era coberto também por um enredo interessantíssimo e de proporções épicas. Excelentes controles, sistema de batalha sólido (semelhante ao dos Final Fantasy’s da época), trilha sonora emocionante, personagens carismáticos e bem desenvolvidos, gráficos irretocáveis… Tudo colaborava para engrandecer a fama do game. Em face das excelentes vendas, a Square estava feliz da vida… E os jogadores também.

Aventuras no Espaço-Tempo

Os primeiros RPGs do Super Nintendo (e também alguns do Mega Drive) principiaram o estilo característico dos RPGs japoneses: situações engraçadas, personagens desenvolvidos de forma peculiar e de perfis exagerados… Esse tipo de coisa que faz tanto sucesso nas terras nipônicas. De lá pra cá, para evitar repetições do gênero (algumas um tanto inevitáveis) muitos RPGs tentaram estrear aspectos diferenciados. A verdade é que nem todos se sobressaíram nesse tipo de obrigação. Porém, no caso particular de Chrono Trigger, é possível dizer que o encargo foi mais do que bem cumprido.

O próprio enredo adicionava aspectos inéditos ao gameplay, como o fato de o jogador poder viajar no tempo por diferentes períodos e eras para mudar o curso do game. O jogador era convidado a viajar por um total de seis diferentes eras, no passado, presente e futuro.

No futuro, o mundo já havia sido devastado por Lavos, e os únicos humanos que restaram estavam famintos, fracos, feridos e sem esperanças (o futuro da humanidade depende de seu sucesso no game); no Presente, os cenários emanam uma atmosfera de paz e sossego, mas os habitantes de Guardia (celebrando na Millenial Fair) ignoram a proximidade do perigo; No passado (600 A.D.), os humanos enfrentam uma guerra contra monstros controlados pelo maligno “Prince of Darkness” — para ajudá-los, você deverá voltar ainda mais no tempo, para 65 milhões de anos B.C., na época dos dinossauros e homens das cavernas.

O game contava com um elenco sensacional. Além do protagonista de cabelos espetados, a história apresentava heróis célebres: Marle, a bela e radiante princesa do castelo de Guardia; o gênio científico Lucca, que acidentalmente manda a princesa de Guardia para o passado com sua nova invenção; o lendário cavaleiro Frog, amaldiçoado com a forma física de um sapo, mas um verdadeiro modelo para qualquer tipo de herói; Robô, aparentemente uma máquina velha e arruinada, mas com uma índole mais pura que a de muitos humanos; Ayla, uma exuberante guerreira do tempo das cavernas; e o terrível Magus, um dos chefes mais poderosos que você enfrentará no jogo, mas que curiosamente não permanece tão poderoso assim quando entra para a sua equipe.



Crono foi o jovem escolhido para salvar o mundo de sua devastação final, viajando pelo espaço-tempo na tentativa de parar os planos do terrível Lavos. No decorrer de sua jornada, você encontrará muitos personagens divertidos e marcantes. Alguns se tornarão aliados poderosos e leais, e outros apenas lhe darão pistas e dicas para prosseguir com o game. Fique atento para aquilo que eles têm a lhe dizer, e boa sorte na sua aventura.

Obra-Prima?

O que é necessário para que um jogo ganhe verdadeiramente o status de obra-prima? Uma história divertida e bem elaborada? Qualidade gráfica excepcional? Uma trilha sonora que amplia qualquer emoção transmitida pela história? Mecânica de jogo eficiente? Então acreditem: Chrono Trigger foi desenvolvido para ser tudo isso — e o resultado final da Square foi realmente afortunado.


O sistema de batalha de Chrono Trigger é muito parecido com o de jogos anteriores da série Final Fantasy. Durante a luta, seus personagens podem atacar ou usar magias alternadamente, além de usar “medicines” para recuperar a saúde e “ether” para reaver pontos de magia. A grande vantagem da mecânica de jogo é que não existem aqueles aborrecíveis combates aleatórios no mapa, de modo que você pode explorar o cenário confortavelmente, sem qualquer interrupção chata. Como não pudesse faltar, o jogo também tem um ótimo número de Mini-Games e Side Quests. Alguns exemplos podem ser vistos na Millennial Fair, ou naquela corrida contra “Jet Bike” no futuro.

Outra sacada divertida era o sistema de magias. Cada personagem (com exceção de Robo e Ayla) era especializado em magias de algum tipo de elemento. Crono usava “techs” de Relâmpago; Marle, de Água (além de também ser muito boa como healer); Lucca usava magias de Fogo; Frog era especializado em Água; e Magus (que geralmente tinha as magias mais legais) usava “Techs” do elemento “Shadow”. À medida que a sua equipe vai adquirindo novas “Techs”, alguns personagens poderão combinar suas magias, criando “Dual Techs” ou “Triple Techs”.

Após fechar o game, estará disponível um modo chamado “New Game +”. Com ele você pode recomeçar o game mantendo o mesmo nível e todo o equipamento que havia adquirido até o final do jogo. Experimente. Quem sabe assim você consegue chegar até o nível 100 e adquirir a última magia de Crono: “Lumarine”…

Os gráficos e as músicas eram simplesmente da melhor qualidade que o Super Nintendo era capaz de oferecer. O soundtrack do jogo, com toda a sinceridade, é um dos mais aprimorados que eu já ouvi em jogos de qualquer geração de consoles. O tema do Frog, por exemplo, tem uma qualidade musical das mais apuradas em termos de trilhas sonoras de jogos.

Aproveito para retomar agora a pergunta do início: “o que é necessário para que um jogo ganhe o status de obra-prima?”. Se Chrono Trigger não for um caso, então eu realmente não sei a resposta.



Conclusão: Foi um banquete para os fãs de RPG. Antes do lançamento de Chrono Trigger, a idéia que todos tinham do game se resumia a uma palavra: “revolução”. O jogo deveria envolver múltiplos finais, gráficos bonitos e bem detalhados, personagens apaixonantes e uma história cheia de apelo e drama. O jogo foi citado em três edições do Top 100 dos “melhores games de todos os tempos” feito pela IGN. Na versão de 2002 (a primeira), foi citado como o quarto melhor jogo de todos os tempos, na segunda, de 2005, CT foi o sexto colocado e, na terceira — no final do mesmo ano — foi o décimo-terceiro.

Em 1999, CT ganhou um port para o console Sony PlayStation, que incluía “cutscenes” em estilo anime (feitas pelo estúdio de animação do próprio Akira Toriyama) e alguns outros mimos para os fãs (listas com todas as “techs” dos personagens, estatísticas de todos os monstros, uma galeria com imagens em estilo anime etc.).

Chrono Trigger continua sendo uma referência obrigatória para todos os fãs de um bom RPG, e é considerado um dos jogos que melhor influenciou o gênero. O jogo consagrou a SquareSoft (hoje Square-Enix) como a melhor produtora de jogos de RPG da época. São tantas as qualidades do jogo, que na avaliação de muitos fãs, Chrono Trigger ainda é o “melhor RPG de todos os tempos”. Difícil deve ser provar-lhes o contrário.

Fonte: Gamehall

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Alvanista: conheça a rede social para quem é fã de games!

Você se sente meio deslocado para falar de videogame com seus amigos “não-gamers” no Twitter ou no Facebook? Gostaria de participar de uma rede social para apaixonados por videogames? Então você precisa conhecer a Alvanista, uma rede social feita por gamers e para gamers!

O objetivo da Alvanista é conectar pessoas com uma coisa em comum: a paixão pelos videogames, sejam eles clássicos ou lançamentos.

Utilizando seu login do Twitter ou do Facebook, você se cadastra em minutos, e já pode começar a mostrar ao mundo os games que você já jogou, terminou e/ou gostou, formando uma verdadeira prateleira virtual de games.

Mas não é só isso: a Alvanista ainda sincroniza seus troféus e conquistas das redes PSN, Xbox Live, Steam e até mesmo de World of Warcraft, permitindo que você compartilhe com o mundo seus feitos e dispute com seus amigos – e com toda a comunidade – para ver quem é o melhor!

Para completar, a Alvanista ainda reúne o que há de melhor nas outras redes sociais em um só lugar: você pode postar conteúdo em sua timeline, fazer check-in nos games que está jogando, seguir publicações que te interessam, ganhar vidas (o equivalente ao “curtir” do Facebook) e até mesmo ganhar troféus temáticos, de acordo com seu perfil de jogos!

Com mais de 25 mil games cadastrados, a Alvanista é o lugar ideal para você trocar ideias, experiências, relembrar os games que já jogou e conhecer pessoas que gostam das mesmas coisa (e jogos) que você!

Se o Facebook é sua rede social e o LinkedIn é sua rede profissional, faça da Alvanista sua rede gamer! Clique aqui, faça seu cadastro e participe da rede social feita por gamers e para gamers! Nos vemos lá!

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Diablo 3 - Primeiro que irá conseguir lvl 100 paragon será Alkaize


A primeira pessoa que irá conseguir lvl 100 paragon será Alkaize.
http://pt-br.twitch.tv/alkaizerx 
esse é o link do streaming, ele está no momento com mais da metade da barra cheia do lvl 99.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Produtor de ICO e Shadow of the Colossus deixa a Sony



A coisa está feia para a Sony: a empresa acaba de perder mais um grande nome de uma de suas maiores equipes de criação, o Team ICO. Kenji Kaido, famoso por produzir os games ICO e Shadow of the Colossus, desligou-se da divisão japonesa de games da Sony.


Em seu Twitter, Kaido anunciou sua saída da empresa e afirmou estar “indeciso sobre o que fazer agora, mas que no momento só pensa em continuar suas férias de verão”.

Masahiro Sakurai, criador de Super Smash Bros., replicou com uma mensagem agradecendo todo o trabalho feito por Kaido, que respondeu com a seguinte frase: “estou muito empolgado com tudo o que irá acontecer em seguida”.  O que será que vai acontecer em seguida?

Fica no ar a dúvida do que está levando a Sony a perder tantos nomes importantes do Team ICO. No final de 2011, Fumito Ueda, supervisor do departamento de desenvolvimento do Team ICO já havia anunciado sua saída, embora tenha afirmado que continuaria trabalhando com The Last Guardian.

Aliás, este é outro projeto que gera dúvidas: depois do trailer da Tokyo Game Show 2010 não foi mostrado mais nada sobre o jogo, que também ficou de fora da E3 deste ano e da Gamescom. A Sony diz que o game será lançado “quando estiver pronto”… mas será que ele vai ficar pronto um dia? Seu desenvolvimento já se arrasta por anos, e a equipe anda tendo baixas bem significativas.

Kenji Kaido e Fumito Ueda.


Toda essa situação deixa claro que o Team ICO - e a Sony- devem estar passando por um crise braba. Em menos de um ano, dois dos produtores mais prestigiados do mundo dos games, estão deixando a companhia.
Talvez Kaido e Ueda tenham saído por motivos pessoais, ou por interesse em trabalhar em outros projetos. Mas, por hora, fica a dúvida sobre o futuro do Team ICO, e a certeza de que a Sony perde muito com a saída destes dois grandes profissionais.

Vale lembrar que os jogos já lançados do Team ICO podem ser jogados no PlayStation 3 na coletânea ICO and Shadow of the Colossus Collection, que traz os mesmos elementos vistos nos originais, mas com gráficos em alta definição, suporte a televisores 3D e a adição de troféus.

Relembre abaixo os dois clássicos já lançados pelo Team ICO com o trailer de ICO and Shadow of the Colossus Collection:




Será que a saída de Kaido irá atrasar (ainda mais) o desenvolvimento de The Last Guardian? O que a Sony anda fazendo para espantar tantos grandes  nomes? Deixe seu palpite nos comentários



Via: Arkade

sábado, 1 de setembro de 2012

Parece que Final Fantasy Versus XIII não estará na Tokyo Game Show



"Eu conversei com Hashimoto-san sobre várias coisas. Parece que Versus XIII não estará na TGS. Eles estão concentrando todos os seus recursos para a conclusão da saga de Lightning e FFXIV."



domingo, 19 de agosto de 2012

SHAMOON, O MALWARE QUE FORMATA SEU PC

Além de deixar seu computador zerado, o trojan também rouba suas informações.

Um novo grande inimigo do Windows começa a rondar o mundo virtual, e não estamos falando de uma nova versão do Mac OS ou de uma nova distribuição de Linux. O vilão da vez para o sistema da Microsoft é o trojan Shamoon, capaz não apenas de roubar dados, mas também de apagar informações do disco.

Ele pode, inclusive, deletar arquivos importantes do sistema, tornando impossível a sua inicialização — o que seria resolvido apenas com a formatação da máquina. O malware é um arquivo de apenas 900 KB que aparece de forma criptografada, como visto na imagem acima, divulgada pelo Kaspersky Lab.

O pequeno diabo

Conforme relato da companhia Seculert, especialista na área de segurança na web, o Shamoon ainda não se tornou uma praga ainda e está infectando apenas máquinas de algumas empresas específicas. Ainda de acordo com a postagem, o malware também conhecido como Disttrack infecta um PC conectado à internet e então faz o mesmo com todas as demais máquinas ligadas a ele pela rede.

A Symantec, dona do antivírus Norton, foi a única empresa que já atualizou suas defesas para combater a nova ameaça. As gigantes do ramo dos antivírus ainda trabalham para descobrir quem está por trás do Shamoon.